Em nome da beleza, as mulheres estão sempre atentas aos novos
procedimentos estéticos que prometem dar fim à gordura localizada e
ajudar na conquista de uma pele mais jovem e bonita. Apesar da boa fama,
alguns desses tratamentos podem não oferecer o resultado esperado e
apresentar até mesmo riscos à saúde.
Preenchimento com PMMA (polimetilmetacrilato)
Famoso no mercado estético, o preenchimento feito com a substância PMMA (polimetilmetacrilato) - microgrãos de acrílico originalmente empregados na fabricação de próteses ortopédicas e ortodônticas - para combater rugas e dar volume a algumas áreas do corpo, como seios e bumbum, não conta com o apoio da classe médica.
Famoso no mercado estético, o preenchimento feito com a substância PMMA (polimetilmetacrilato) - microgrãos de acrílico originalmente empregados na fabricação de próteses ortopédicas e ortodônticas - para combater rugas e dar volume a algumas áreas do corpo, como seios e bumbum, não conta com o apoio da classe médica.
Por ser uma substância sintética e estranha ao organismo, a reação
alérgica ao produto também é muito frequente, causando inchaço, dor, pus
e vermelhidão. Além disso, pode migrar para outras partes do corpo e
causar deformações. Uma forma de substituí-lo é apostar no uso do ácido
hialurônico, que tem boa atuação sobre as rugas e duração aproximada de
um ano.
Lipostabil (nome comercial da fosfatidilcolina)
Medicamento injetável usado em tratamentos estéticos para a redução de gordura localizada teve sua fabricação, distribuição e utilização proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). “A substância é, na verdade, um medicamento cardiológico que não apresenta eficácia comprovada e segurança quando aplicada na dissolução de gorduras do corpo”, ressalta a especialista. Além disso, o Lipostabil, quando aplicado na pele, pode causar reação alérgica grave, que pode chegar, até mesmo, a choque anafilático.
Medicamento injetável usado em tratamentos estéticos para a redução de gordura localizada teve sua fabricação, distribuição e utilização proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). “A substância é, na verdade, um medicamento cardiológico que não apresenta eficácia comprovada e segurança quando aplicada na dissolução de gorduras do corpo”, ressalta a especialista. Além disso, o Lipostabil, quando aplicado na pele, pode causar reação alérgica grave, que pode chegar, até mesmo, a choque anafilático.
Aplicação de polifenóis de alcachofra
Aplicados por meio de injeções, os produtos feitos com o extrato de polifenóis de alcachofra - supostamente responsáveis pela quebra de moléculas de gordura - também não são aprovados pela ANVISA. “Esse tratamento não conta com qualquer comprovação científica que garanta a sua qualidade, segurança e eficácia”, informa Renata. Quando aplicada no corpo, a substância ainda pode causar vermelhidão, coceiras e deixar manchas arroxeadas que nem sempre são removidas por completo. Por conta disso, a recomendação é evitar a sua utilização e procurar alternativas para a redução de gordura localizada disponíveis no mercado.
Aplicados por meio de injeções, os produtos feitos com o extrato de polifenóis de alcachofra - supostamente responsáveis pela quebra de moléculas de gordura - também não são aprovados pela ANVISA. “Esse tratamento não conta com qualquer comprovação científica que garanta a sua qualidade, segurança e eficácia”, informa Renata. Quando aplicada no corpo, a substância ainda pode causar vermelhidão, coceiras e deixar manchas arroxeadas que nem sempre são removidas por completo. Por conta disso, a recomendação é evitar a sua utilização e procurar alternativas para a redução de gordura localizada disponíveis no mercado.
Carboxiterapia
Apesar de sua constante divulgação, a carboxiterapia, que consiste na aplicação de injeções de dióxido de carbono (CO2) sob a pele para o combate à celulite, estria, gordura localizada e flacidez, não possui o respaldo de publicações científicas que comprovem a sua eficácia, além de poder oferecer riscos à saúde. “Existe a possiblidade de infecção, que poderá́, eventualmente, atingir graves dimensões, já que se trata de um método invasivo”, analisa a dermatologista. Por isso, vale a pena a recorrer a procedimentos mais seguros e que oferecem resultados eficazes como cientificamente como os aparelhos de radiofrequência e o laser fracionado. Para as estrias, usamos laser fracionado.
Apesar de sua constante divulgação, a carboxiterapia, que consiste na aplicação de injeções de dióxido de carbono (CO2) sob a pele para o combate à celulite, estria, gordura localizada e flacidez, não possui o respaldo de publicações científicas que comprovem a sua eficácia, além de poder oferecer riscos à saúde. “Existe a possiblidade de infecção, que poderá́, eventualmente, atingir graves dimensões, já que se trata de um método invasivo”, analisa a dermatologista. Por isso, vale a pena a recorrer a procedimentos mais seguros e que oferecem resultados eficazes como cientificamente como os aparelhos de radiofrequência e o laser fracionado. Para as estrias, usamos laser fracionado.
Câmeras de bronzeamento artificial
Proibidas pela ANVISA, as câmeras de bronzeamento, segundo estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS), aumentam em 75% os riscos do desenvolvimento de câncer de pele devido à alta exposição às lâmpadas que emitem a radiação UVA. Por isso, no Brasil, existem apenas três produtos regulamentados para a com quista de uma pele dourada: o bronzeamento a jato, o autobronzeador e os hidratantes que bronzeiam - todos eles têm DHA, uma substância que reage com a queratina na pele, conferindo o tom moreno tão desejado.
Seguros, eles devem ser evitados apenas por pessoas que apresentam alergias a algum componente utilizado ou que estejam fazendo algum tratamento com ácido.
Proibidas pela ANVISA, as câmeras de bronzeamento, segundo estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS), aumentam em 75% os riscos do desenvolvimento de câncer de pele devido à alta exposição às lâmpadas que emitem a radiação UVA. Por isso, no Brasil, existem apenas três produtos regulamentados para a com quista de uma pele dourada: o bronzeamento a jato, o autobronzeador e os hidratantes que bronzeiam - todos eles têm DHA, uma substância que reage com a queratina na pele, conferindo o tom moreno tão desejado.
Seguros, eles devem ser evitados apenas por pessoas que apresentam alergias a algum componente utilizado ou que estejam fazendo algum tratamento com ácido.






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