Veja o que fazer com seus cabelos finos

Cabelos finos são mais fáceis de secar e, geralmente, dão menos trabalho no dia a dia. Mas a falta de volume pode incomodar muitas mulheres, que sonham em variar o penteado com frequência. "As pessoas caucasianas são as que mais apresentam cabelos finos e, eventualmente, menor quantidade de fios", explica o médico tricologista Luciano Barsanti, diretor do Instituto do Cabelo. Apesar de a espessura não estar ligada ao tipo de cabelo, são os fios que vão do liso ao ondulado que costumam ser mais finos.

Além disso, é preciso esclarecer que o cabelo fino não é, necessariamente, mais fraco. "Quando a pessoa já nasce com esse tipo de cabelo, não há deficiência alguma. O cabelo fino saudável é resistente", afirma o médico tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo. A característica só deve ser motivo de preocupação quando os fios começam a ficar mais ralos com o passar do tempo, o que pode acontecer por fatores genéticos ou pelo contato com agentes externos.

"Uma em cada quatro mulheres e seis em cada dez homens apresentam uma maior absorção de uma substância hormonal chamada DHT (dihidrotestosterona), determinada pelo gene", diz Barsanti. "Esse processo leva ao afinamento do fio e, posteriormente, à calvície", declara.

Causas externas
 
O calor do secador e da chapinha, bem como a exposição excessiva ao sol e a temperatura quente da água ao lavar os cabelos podem alterar a textura do fio, que fica mais poroso e com as pontas abertas. "Nessas ocasiões, a impressão que se tem é a de que o cabelo ficou mais fino. Mas, na verdade, ele só está mais frágil. A ponta afinou, porque abriu", esclarece Barsanti. Repetir o alisamento dos fios com menos de 90 dias de intervalo e reaplicar a tintura com menos de 30 dias de pausa também fragiliza as madeixas, causando essa percepção.

Cuidados diários
 
Até mesmo o cabelo fino que está saudável pede cuidados ao pentear, já que ele embaraça com muita facilidade. Pentes de madeira ou de osso e escovas do tipo raquete, com cerdas leves e macias, são as mais recomendadas. "Recomendo desembaraçar os fios com os dedos no banho, quando ainda estão com o condicionador. Assim, fica mais fácil de pentear após o enxague", diz Almeida.

Para lavar, vale investir em mais de um tipo de xampu. "Sempre indico um de revitalização, um próprio para cabelos finos e sem volume e outro para cabelos normais", afirma o cabeleireiro Marcos Coraza, do Gilberto Cabeleireiros, em São Paulo.

Creme sem enxágue e leave-in devem ficar de fora da nécessaire, porque podem deixar o cabelo fino com aspecto pesado e sujo. "Ao secar, prefira o jato morno ou frio, para ganhar um pouco mais de volume", diz Luciano Barsanti.

E o cabelão de revista? Bom, isso é possível de conseguir com alguns truques. "Escolha um mousse leve e aplique uma pequena quantidade nos fios. Depois, seque o cabelo com a cabeça para baixo, usando um jato em temperatura morna. Para finalizar, vale aplicar um spray seco", ensina o cabeleireiro Cristhofer Glöe, do salão Blend, em São Paulo. Para os mais habilidosos, outra solução temporária para dar volume é ondular os cabelos com a ajuda de um babyliss.

Por fim, se o cabelo afinou recentemente, é preciso checar a causa do problema com um especialista, para poder tratá-lo adequadamente. Poderá ser necessário reforçar a hidratação, investir em uma cauterização e em produtos reconstrutores ou, ainda, passar por um tratamento médico.
 

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Método para tratamento da face, você encara?

Poderia ser só mais uma selfie, não fosse os pontos de sangue espalhados pelo rosto, parte de um procedimento estético apelidado de “lifting do vampiro”, o plasma rico em plaquetas. O tratamento (e a selfie) viraram moda quando Kim Kardashian divulgou imagens do rosto ensanguentado no ano passado, e, mais recentemente, Luciana Gimenez se juntou ao time de celebridades que adotaram o procedimento em busca de uma pele mais lisinha. O lifting do vampiro engrossa a lista de tratamentos estéticos bizarros, procurados por gente em busca de novidades e de alternativas aos componentes sintéticos. E vale de tudo, de muco de caramujo a fezes de rouxinol.
No caso do plasma rico em plaquetas, os pontinhos de sangue no rosto que chamam a atenção não vêm do produto, mas das picadas da agulha. O procedimento consiste em retirar o sangue da paciente e passá-lo por uma centrífuga, onde é separado o plasma rico em plaquetas, de cor amarelada. Ele é então misturado a cloreto de cálcio e se transforma em um gel, que é reinjetado no rosto da paciente, com objeto de minimizar linhas de expressão e estimular a produção de colágeno. “Ele não é um preenchimento, é um revitalizador”, explica a dermatologista Valéria Marcondes. Ela alerta que, assim como a reinjeção de gordura, há o risco de o plasma ser rapidamente absorvido pelo organismo. Para a dermatologista Ligia Kogos, o tratamento não passa de um modismo que não tem efeito real. “Quando se injeta alguma coisa, dá a impressão de rejuvenescimento. A própria picada de agulha é estimulo para que haja produção de colágeno”.

O método já é usado nas articulações por médicos das áreas de ortopedia e traumatologia, mas ainda não há aprovação da Anvisa para a aplicação na face. Além de não existirem estudos suficientes comprovando a eficácia estética do plasma rico em plaquetas, o tratamento também oferece riscos. “Já atendemos gente com infecção no rosto por causa disso”, diz Ligia. Há também outros riscos de contaminação, alerta Valéria: “sangue pode transmitir hepatite, AIDS”. As melhorias prometidas pelo lifting do vampiro são as mesmas promovidas pelo preenchimento com ácido hialurônico, que garante uma pele lisinha de maneira estéril e segura.

Outra novidade que usa o próprio organismo para um tratamento estético mais natural é um creme com restos de pele. É feita uma cirurgia para retirar pedaços da pele, ou então é usado o prepúcio de bebês circuncidados, para ajudar no rejuvenescimento. “Aquela pele vai ser colocada em meio de cultura, vai estimular a produção de colágeno, e depois é feito um creme”, explica Valéria.

Costume antigo no Japão, a máscara de fezes de rouxinol vêm ganhando cada vez mais adeptos, incluindo celebridades como Victoria Beckham e Harry Styles, da boy band One Direction. “Ele é rico num aminoácido, a guanina, que teria uma ação de restauração celular”. A gueixas usavam para obter uma pele macia e lisinha, e as promessas mais recentes incluem uma pele esfoliada e com menos manchas, em especial de acne. As fezes do passarinho contém bactérias, portanto há perigo se aplicadas diretamente na pele, mas os salões garantem que elas são processadas e esterilizadas antes do uso. Segundo a Anvisa, ainda não há produtos contendo fezes de rouxinol registrados no Brasil.
 

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Beldades americanas, confiram

As primeiras-damas sentem todos os tipos de pressão para ter um visual elegante, e ao longo das décadas elas têm tentado uma série de estratégias para não ir à falência. Veja sete regras das primeiras-damas para economizar no guarda-roupa:

1.Recicle suas roupas: Até mesmo as primeiras-damas repetem suas roupas. Recentemente Michelle Obama recebeu mães de militares para um chá do Dia das Mães usando o mesmo vestido chemisier que usou para almoçar com Katy Perry em 2012. A primeira-dama Bird Johnson usou seu vestido de gala inaugural de 1965 de cetim branco outras três vezes nos dois anos seguintes.

2. Nada de exclusividade: Laura Bush experimentou o máximo do deslize fashion quando ela escolheu um vestido vermelho de renda do Oscar de La Renta de US$ 8,5 mil para usar na honra anual do Kennedy Center em 2006. “No catálogo, o vestido vermelho parecia perfeito. Não me passou pela cabeça que alguém vestiria o mesmo modelo”, escreveu Laura Bush em seu livro de memórias, “mas quais eram as chances de outra mulher usá-lo numa festa na Casa Branca?”. Muito bem, isso aconteceu. Três outras mulheres surgiram com o vestido idêntico. Elas fizeram a melhor pose para uma foto em grupo na recepção da Casa Branca. Então, Laura Bush subiu as escadas correndo e trocou por um vestido azul marinho do fundo de seu guarda-roupa antes de seguir para o Kennedy Center.

3. Vá atrás de barganhas: Betty Ford não tinha medo de economizar. Ela dividia roupas com a filha adolescente e usava echarpes para mudar o look. Quando ela leu sobre o acessível estilista Albert Capraro, cujos vestidos eram vendidos por cerca de US$ 70, ela pediu para o nova-iorquino trazer alguns croquis. Betty encomendou vestidos de primavera para ele e pediu que fizesse alguns vestidos de gala com o tecido que o presidente Gerald Ford havia trazido do Japão.

4. Arrume um patrocinador: Quando Jacqueline Kennedy foi criticada por usar marcas caras da França, seu sogro entro em cena para resolver o problema. Joseph Kenned se ofereceu para pagar as contas de seu guarda-roupa se ela tivesse Oleg Cassini como seu estilista pessoal. “Jacqueline Kennedy aceitou a oferta, o que causou um certo espanto na 7ª Avenida, onde Cassini não era reconhecido como um estilista de primeiro time e e era um pouco vulgar”, escreveu Amanda Mackenzie Stuart, autora da biografia de Diana Vreeland.

5. Pegue emprestado: Nancy Reagan surpreendeu a pegar emprestados joias e vestidos caros de designers na condição de primeira-dama, às vezes sem devolvê-los ou sem declará-los nas despesas do marido. Quando veio à tona que a senhora Reagan continuava com a prática mesmo após prometer parar, sua porta-voz, Elaine Crispen, disse que tinha conhecimento que a senhora Reagan "quebrou sua pequenas promessa". Nancy Reagan disse mais tarde: "Eu estava tentando ajudar uma indústria que eu poderia ajuda e eu estava na posição para isso. Eu não vejo nada errado".

6. Vá atrás de dinheiro: Mary Todd Lincoln acumulou uma dívida de US$ 27 mil (atualmente o equivalente a US$ 700 mil) em roupas e itens para casa sem o conhecimento do marido. Entçao, ela passou a pedir dinheiro a políticos republicanos para pagar a conta e "ajudá-la a sair dessa situação embaraçosa". Alguns ofereceram dinheiro ou empréstimos, mas senhora Lincoln ainda não tinha a quantia suficiente de acordo com o historiador Carl Anthony da Biblioteca Nacional das Priemiras-Damas. "Em um determinado momento, ela até pensou em vender o adubo no gramado da Casa Branca como fertilizante para pagar as contas", escreveu Anthony em sua história de primeiras-damas.

7. Seja criativa: A esposa de Theodore Roosevelt, Edith, poderia usar o mesmo vestido em vários eventos, conta Anthony, mas ela variava a descrição do traje em seus releases enviados à imprensa. Na época em que não existia TV e não havia cobertura da mídia 24 horas por dia, essa tática fazia parecer que ela tinha mais roupas do que realmente possuia.

 

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